segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Uma flor desabrocha em meu olhar, todos os dias aos passos lento de tua mansidão; te fazendo meiga querida de um coração que tem amor; sem malicia sem cubiça para teu adimirador!... os meus olhos diante dos teus refletem o meu olhara, sendo contra a natureza o desvairismo total. Não se turve da tua dignidade na vida, no olhar; que a paz sempre receberás. Ps. o sussuro da vida ao resplandecer para uma nova glória, só é feliz quem tem o Amor.

3 comentários:

  1. só somos o que deveremos ser nos momentos em que podemos ser; nunca estamos sujeitos a uma só sujeição, na versão da verdade ou da mentira; cujas as duas versões nos predomina dominando os momentos.

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  2. poucos são os que possuem o direito de ficarem sujeitos a mofa dos imbecís, ao ridiculo dos ignorântes, a zombaaria dos mentecápatos; para ganhar em troca uma luz, que esclarece a existâencia; e que é desconhecida dos que vivem mergulhado nas trevas da suprema ignorância.

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  3. as noites caem perpetuamente que ao lento perpeutam num mundo parirado sob a lentidão das sombra; e vão se emudecendo ao romper da escuridão; há um perfil traçao por quem abita, e a ela se a pega num desvairismo total; traz pra alma um grande mal; equivocaste num abismo no inferno imortal.

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